domingo, 30 de setembro de 2012

Um Autêntico Evangelizador

Só quem está unido a Cristo pode anunciá-lo de fato.  Podia fazê-lo o Pe. Rodolfo. Suas palavras, cheias de unção, atingiam todos os ouvintes, fazendo-lhes grande bem. Nunca pregando a si mesmo, proclamou sempre que "em Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, morto e ressuscitado, a salvação é oferecida a todos os homens como dom da graça e da misericórdia do mesmo Deus" (EN 27).

Foi o apóstolo do amor e do perdão. Dono de uma grande espiritualidade profundamente vivida, seus sermões eram sempre frutuosos, porque mais pregava seu testemunho de vida que as palavras que brotavam de seus lábios.

Num manuscrito em que enfileirou alguns pensamentos, transborda a convicção que sempre o norteou: "A alma interior, pela união com Deus, exerce mais apostolado do que se se dedicasse a um apostolado exterior". 

Longe de paralisá-lo, como alguém poderia temer, essa convicção jamais desmentida movia-o a uma ação sacrificada que o levava, a pé, aos lugares mais distantes para anunciar a Palavra de Deus, para atender os doentes, para distribuir o perdão, para servir.

Edificante o seu zelo em ensinar o catecismo. Aproveitava todas as oportunidades para falar de Deus. Assim fazia com os empregados da casa em que residia, com os pobres, com pessoas de pouca ou nenhuma cultura, com as crianças. Às vezes parava na rua e dirigia uma palavrinha a um menino ou a uma pessoa do povo. Ao pobre que batia à porta, ou comia da comida que viera mendigar, oferecia sempre o alimento substancial da Palavra de Deus. A doutrina em porções pequeninas mas salutares.

A Palavra de Deus que o Pe. Rodolfo anunciava tão generosamente visava sempre a provocar no ouvinte a resposta da conversão. Por isso dedicava horas intermináveis ao sacramento da reconciliação. (...) 

Um exemplo admirável de quem de fato compreendia o valor do sacramento do perdão. Mostrou-se sempre disponível. Mesmo quando a doença progrediu, e praticamente já não tinha pulmões, arrastava pelas ruas o corpo debilitado a fim de atender os penitentes. Ninguém tinha receio de aproximar-se do santo confessor, apesar de o saberem gravemente doente.

Ele tudo ouvia, movendo ligeiramente a cabeça, como um convite à sinceridade e demonstração de que compreendia bem as dificuldades e angústias que lhe eram confidenciadas. Nunca deixou que alguém se afastasse do confessionário sem a solução das suas dúvidas, por vezes ainda antes que as manifestassem. Deixava nos penitentes a impressão de se terem confessado com um santo. E assim, graças a sua direção segura e convincente, numerosas pessoas aceleraram o passo no caminho da felicidade. Como muitos pecadores mudaram radicalmente de vida.

Não seria completo para o Pe. Rodolfo o anúncio da Boa Nova, se não falasse de Maria. A Estrela da Evangelização esteve sempre em seu anúncio. Proporcionava-lhe oportunidade para a catequese. Quando, para citar um exemplo, a estátua de Nossa Senhora Auxiliadora visitava, em Niterói, as famílias da paróquia, ia todas as noites à casa da família que hospedava Maria e dava aí alguma instrução a pessoas que de hábito não iam à Igreja, deixando todos edificados com suas maneiras gentis e com a agradável exposição da doutrina.

O Pe. Rodolfo foi sempre um autêntico evangelizador, pela palavra e pela vida.

Texto de Pe. Fausto Santa Catarina publicado no Informativo "Conheça o Pe. Rodolfo - O Padre Santo" Nº9/ década de 90.

sábado, 29 de setembro de 2012

Com o Próximo

Não há maior prova de amor do que dar a vida pelo próximo.

O grande amor do Pe. Rodolfo para com Deus não podia deixar de manifestar-se num grande amor para com o próximo.
Foi sempre heroicamente disponível. Não somente em momentos de fervor e consolação, mas nas horas difíceis da doença e das incompreensões.
Em São José dos Campos, num dia de calor intenso, voltava do sanatório, cansado, banhado de suor. Nem bem pusera o pé em casa, mandou-o o superior atender um doente. Imediatamente curvou a cabeça e pôs-se a caminho.

Texto do Pe. Fausto Santa Catarina.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Apresentação sobre o venerável Pe Rodolfo Komorek



Milagres e graças acontecem quando existe fé...

Os santos, beatos e veneráveis estão na Glória de Deus, em Sua Presença. Cremos nisto!

Como porém, pedir a intercessão de Pe Rodolfo, se não for conhecido? 

Confira esta breve apresentação no site da Paróquia Sagrada Família

sábado, 15 de setembro de 2012

Vejam como foi o Bote fé no Pe. Rodolfo no dia 11 de setembro:

Iniciamos o Terço às 18h na Capela do Sagrado Coração de Jesus, no Parque Vicentina Aranha em São José dos Campos.

Meditamos um dos mistérios, junto com um trecho da Vida do Venerável Pe. Rodolfo em frente a gruta de Nossa Senhora de Lourdes


Por fim encerramos o terço e rezamos a oração para pedir a glorificação do Pe. Rodolfo em frente ao quarto onde ele faleceu.


Amigos que participaram...



Retornamos à Paróquia Sagrada Família (Vl. Ema - São José dos Campos) para acompanhar o comentário e Oração do Pe. Rodolfo antes da Missa das 19h30.






Aguardem o próximo "Bote fé no Pe. Rodolfo", no dia 11 de outubro...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Hoje tem Missa na Capela Relicário

Todas as Terças-feiras há o Cenáculo do Movimento Sacerdotal Mariano às 14h e em seguida a Santa Missa às 15h.

COMO ASSISTIR COM FRUTO À SANTA MISSA

São João Bosco
 
A Missa é o Sacrifício do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é oferecido a Deus nos altares sob as espécies do pão e do vinho consagrados.
Trate de compreender bem, caro amigo, que assistindo à Santa Missa é como se você visse o Divino Salvador, quando saiu de Jerusalém para levar a Cruz ao Calvário, onde, no meio dos mais bárbaros tormentos, foi crucificado, derramando até a última gota de seu sangue.
Esse mesmo sacrifício é renovado pelo Sacerdote quando celebra a Santa Missa, com a única diferença que o sacrifício do Calvário foi doloroso para Jesus e foi com derramamento de sangue, ao passo que o sacrifício da Missa é incruento.
 
Como não se pode imaginar coisa mais santa e mais preciosa do que o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus Cristo, assim, ao assistir à Missa, você deve estar convencido de que faz a ação mais santa e gloriosa aos olhos de Deus e benéfica para sua alma. Jesus Cristo vem em pessoa aplicar a cada um de nós em particular os merecimentos daquele Sangue adorável, que derramou por nós no Calvário. Isso deve nos inspirar suma estima para com a Santa Missa e ao mesmo tempo um vivíssimo desejo de assistir bem a ela.
 
O triste fato de vermos tantas pessoas voluntariamente distraídas, sem modéstia, sem atenção, sem respeito, de pé, olhando para cá e para lá, faz-nos pensar que não assistem ao divino sacrifício como Nossa Senhora e São João, e sim, como os Judeus, crucificando outra vez Nosso Senhor, com grande escândalo para os companheiros e desonra para nossa fé!
 
Assista, pois, meu caro amigo, à Santa Missa com espírito de verdadeiro cristão, meditando a começar pelo dolorosa Paixão que Jesus Cristo sofreu pela nossa salvação. Durante a Missa você deve estar com modéstia e recolhimento que nada possa perturbar. A mente, o coração, todos os pensamentos estejam unicamente ocupados em honrar Deus. Recomendo, faça grande empenho em assistir à Santa Missa todos os dias, até com alguns sacrifícios.
Santo Isidoro, que servia nos trabalhos do campo, para ir à Missa se levantava de madrugada, para poder depois, no tempo marcado, estar pronto para fazer os trabalhos que o patrão lhe determinava. Desse modo, atraía sobre si todas as bênçãos de Deus e todo trabalho era bem executado. Lembre-se sempre de oferecer a Santa Missa em sufrágio pelas almas do Purgatório.
 
Breves Orações (em silêncio):
 
Antes da Santa Missa: Meu Senhor e meu Deus, ofereço-vos este santo sacrifício para a vossa maior glória e para o bem de minha alma. Concedei-me a graça que meu coração e a minha mente somente se ocupem de Vós. Afastai de minha alma toda distração e preparai-me bem para assistir a esta Santa Missa com o maior recolhimento.
 
Ato penitencial: Senhor, tende misericórdia desta minha pobre alma e das de todos aqueles por quem sou obrigado a rezar.
 
Oração Coleta: Recebei, ó Senhor, as orações que vos dirige este sacerdote em nosso nome. Concedei-me a graça de viver e morrer como cristão em unidade com a Santa Madre Igreja.
 
Ofertório: Ofereço-vos, ó meu Deus, pelas mãos do sacerdote, o pão e o vinho que devem ser transubstanciados no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. Ofereço-vos também o meu coração e a minha vontade, para que possam sempre estar ao vosso serviço.
 
Elevação da Hóstia: Humildemente prostrado, eu vos adoro, meu Senhor, e creio firmemente, que estais presente na Santíssima Eucaristia.
 
Elevação do Cálice: Eterno Pai, adoro o preciosíssimo Sangue derramado pelo vosso divino Filho para a salvação da minha alma. Recebei-o pela minha salvação e pelas necessidades da Igreja.
 
Ação de graças após a Comunhão: Agradeço-vos, meu Jesus, por terdes sacrificado por mim; fazei que eu sempre possa me sacrificar por Vós.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Conheça o Venerável Pe. Rodolfo, sdb

O "Padre Santo"

O Pe. Rodolfo foi um santo com todas as letras. 
De uma santidade que saltava aos olhos e deixava edificados não apenas os que viam vez por outra, mas ainda os que com ele conviviam dia e noite numa mesma comunidade.

É um fato que, uma convivência mais ou menos longa facilmente põe a nu os defeitos das pessoas com as quais privamos. O que vem corroborar o testemunho dos contemporâneos do Pe. Rodolfo: superiores, companheiros de trabalho ou internados numa casa de repouso.
Os que o viam pela rua surpreendiam-se à passagem de um santo.
Os que comiam à sua mesa admiravam-lhe o grande espírito de mortificação.
Os que com ele rezavam notavam-lhe o profundo sentido das coisas do alto.
Os doentes e pobres tinham-no de fato como um deles, com um companheiro, um amigo.
As almas atormentadas encontravam nele o perdão e a consolação do Pai do Céu.
Os sacerdotes que o procuravam como diretor espiritual bem lhe aquilatavam a riqueza interior.

Foi para Deus, um servo fiel que fez render ao máximo os talentos a ele confiados.
Para todos, um santo.


Ir. Alberto Gobbo, SDB
Secretário da Causa de Beatificação do Pe. Rodolfo

sábado, 1 de setembro de 2012

Nossa Senhora e Pe. Rodolfo

Imagem de N. Sra. Auxiliadora, que o Pe. Rodolfo rezava diante dela, enquanto morou na Casa Salesiana em São José dos Campos.

Nutria para com Nossa Senhora uma devoção filial. 
Visitava-lhe com frequência o altar, aconselhava os outros a rezarem à Mãe de Deus, dela falava carinhosamente nas pregações e conversas. Não concluía nunca os sermões sem uma referência a Nossa Senhora. 
 
À hora das Ave-Marias rezava piedosamente o Angelus, mesmo nas viagens interrompendo a conversa ou  o que estivesse a fazer no momento.

Rezava sempre o terço, na Igreja, na rua, nas viagens, no confessionário enquanto aguardava os penitentes. Nos dias que lhe precederam a morte tinha sempre nas mãos o velho terço já muito gasto, que não quis nunca trocar por outro.

Quando em Niterói, a estátua de Maria Auxiliadora visitava as famílias da paróquia, ia todas as noites à casa onde ela parava e dava aí alguma lição ou instrução a gente que de hábito não ia à igreja.. E edificava a todos com as suas maneiras gentis e com agradável exposição da doutrina.

Sua confiança em Maria revela-se nestas palavras repassadas de amor filial: "Nossa Senhora está aqui conosco, pertinho de nós, junto conosco. Se alguém está triste, não é feliz na vida, é porque não procura Nossa Senhora. Se recorrer a ela encontrará quanto deseja".

A um compatriota escrevia: "Humildemente peço uma Ave-Maria para bem morrer. Tenho confiança na bondade de Maria".

E Maria o terá levado para o céu, que ele definia "o céu de Nosso Senhor e de Nossa Senhora".

Texto de Pe. Fausto Santa Catarina

Primeiro sábado do mês

Hoje tem Missa na Capela Relicário Pe. Rodolfo Komórek às 19h.


A Santa Missa na Forma Extraordinário do Rito Romano, também chamada de Missa Tridentina, na Diocese de São José dos Campos teve a bênção de Dom Moacir Silva e acontece todos os domingos e dias santos de guarda na Capela N. Sra. de Fátima (São João) em Jacareí-SP, e também no primeiro sábado de cada mês na Capela Relicário Pe. Rodolfo Komórek. Há pequenos livros para os fiéis acompanharem a celebração. E também há oportunidade de confissões antes e após a Missa.

 “A Forma extraordinária da celebração da Santa Missa, não é um modo discordante ou de desunião entre os católicos, mas ela vem realçar e ajudar para que os fieis possam cada vez mais e melhor se compenetrar no grande valor que é a Santa Missa. Não há nada, nenhum louvor mais sublime, nenhum modo de agradecer a Deus que possa se comparar a Santa Missa” – Disse Pe. José Henrique, sacerdote designado para a celebração da missa na forma extraordinária.

Ilustração do Venerável Pe. Rodolfo celebrando a Missa

Um Pouco de sua História 

A Missa Católica é a mais perfeita representação do irrevogável ato de salvação do Nosso Senhor Jesus Cristo, Seu sacrifício na Cruz. Cada Missa deve manifestar perfeitamente essa doutrina católica através de suas orações e rituais. A liturgia deve honrar e glorificar a Deus, expiar os homens de seus pecados, e agradecer a Deus pelas graças que Ele concedeu ao mundo.

Porque a Missa é as vezes chamada de Missa “Tridentina”?

“Tridentino” se refere ao Concílio de Trento (1545-1563), que unificou a prática litúrgica na Igreja Ocidental. O Papa São Pio V alcançou esta meta em 1570 quando emitiu a restauração do Missal Romano após o Concilio. A Missa Tridentina foi baseada nas mais antigas e veneráveis fontes litúrgicas Ocidentais. São Pio V decretou na Bula Papal conhecida como “Quo Primum” que seu único rito de Missa fosse usado por todos na Santa Igreja. No entanto, exceções foram feitas para os ritos que tinham estado em uso contínuo por pelo menos 200 anos. 

 
Por que o Latim?

O latim continua sendo a língua oficial da Igreja Católica Romana e tem sido usado como a língua litúrgica no Ocidente desde o século III. A natureza imutável do latim tem conservado a doutrina ortodoxa da Missa, que nos foi herdada dos pais da Santa Igreja. O uso do latim na Missa e em documentos oficiais da Igreja tem sido fundamental em apoiar a universalidade e unidade da Igreja. O papa Bento XVI indicou o uso de latim e o canto Gregoriano na liturgia na sua Exortação Papal de 2007 sobre a Eucaristia “Sacramentum Caritatis”. Embora a Missa Tradicional seja dita ou cantada em latim, a maioria dos fiéis que participam na liturgia usam seus próprios livros (missais), que contém o texto em latim acompanhado por sua tradução no vernáculo. As regras que explicam como tal participação deve ocorrer estão na encíclica “Mediador Dei” do Papa São Pio XII, par. 106. 

O que esperar da Missa Tradicional?

A princípio, a formalidade e o elaborado rito da Missa Tradicional pode nos parecer um pouco desconhecido. Há uma atmosfera de oração e reverência entre as pessoas nos bancos. Antes da Missa, o silêncio é mantido na igreja demonstrando o respeito à Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento, que é reservado no tabernáculo no centro do altar. Para criar um espaço sagrado, o altar é separado do corpo principal da igreja por uma barra, que indica o local aonde os fiéis se ajoelham para receber a comunhão, somente na língua. O crucifixo acima do altar relembra o fiel que o Sacrifício da Cruz e o Sacrifício da Missa são os mesmos. As seis velas acessas no altar simbolizam Cristo como a luz do mundo. O sacerdote e a congregação juntos ficam de frente para o tabernáculo e o altar aonde o Sacrifício Sagrado é oferecido. O altar normalmente é colocado na direção oriental da igreja, na direção do sol nascente, simbolizando Cristo Ressuscitado. A comunhão é dada sob uma única espécie, com as palavras "o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde tua alma para a vida eterna. Amém." O sacerdote diz a oração completa. Há duas formas principais de Missa, Solene (cantada), e rezada. Uma Missa rezada é uma que é simplesmente recitada pelo sacerdote; é menos cerimonial que uma Missa solene. Uma Missa solene é cantada usando várias formas do canto Gregoriano ou polifônico. E o incenso é usado somente na Missa solene. 

Motu Proprio "Summorum Pontificum" do Papa Bento XVI sobre o uso do Missal anterior à Reforma Litúrgica de 1970.

Sempre foi preocupação dos Sumos Pontífices até o tempo presente, que a Igreja de Cristo ofereça um culto digno à Divina Majestade "para louvor e glória de seu nome" e "para nosso bem e o de toda sua Santa Igreja".  

No dia 7 de Julho de 2007, Sua Santidade o Papa Bento XVI publicou uma carta apostólica chamada “Summorum Pontificum. Nesta carta ele declarou que o antigo rito nunca foi revogado, e que "deve ser honrado pelo seu venerável e antigo uso." (SP Art. 1) O Santo Padre nomeou esse rito antigo de Forma Extraordinária do Rito Romano. De fato o Papa diz, "Na história da liturgia existe crescimento e progresso, mas nenhuma ruptura." Aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós" (Carta explicativa acompanhada ao “Summorum Pontificum) O mais visível aspecto da forma Extraordinária é a própria Santa Missa. A forma antiga da missa tem sido chamada de "A mais bela coisa deste lado do mundo."